quarta-feira, 30 de maio de 2007
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Cântico Negro
terça-feira, 22 de maio de 2007
Sou assim
Transcendente (que transcende). (?)
Sobre-hurnano (além do humano). (?)
Oh feliz de quem entende,
de quem busca e surpreende
os pontos, a recta e o plano!
Um pobre homenzinho ignaro,
com os pés colados ao mundo,
olha o alto e olha o fundo,
consegue ver tudo claro.
Deus te abençoe, meu amigo.
Deus te dê o que desejas.
Que palpes, que oiças, que vejas
o sonho que anda contigo.
Todo claro é escuro em mim.
Não tenho asas nem rabo.
Não SOU Anjo nem Diabo.
Sou ASSIM.
António Gedeão
Nota: "António Gedeão, nasceu em Lisboa, em 1906. António Gedeão é o pseudónimo poético do cientista e historiador Rómulo de Carvalho, licenciado em Ciências Físico-Químicas.Fez tardiamente a sua estreia poética, em 1956, mas cedo revelou a preocupação com o destino do homem. Morreu em 1997, em Lisboa."
Fonte: http://www.nescritas.nletras.com/poetasdeexpport/PoetasExpPort/poetasindice/archives/2004_05.html
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Dissonância - Miguel Torga
domingo, 20 de maio de 2007
"Não basta dirigir-se ao rio com a intenção de pescar peixes; é preciso levar também a rede"
Bom, de volta às postagens, com um novo estilo, mais tranquilo e sobretudo mais EU...
Novidades: Deixei realmente de fumar :-) isto é, daqui a uns anos deverei fumar um cigarrito, mas agora ainda é cedo (pois porque isto de pensar que nunca mais se fuma stressa muito...)
Segunda novidade: decisão de vida: agarrar as oportunidades com as duas mãos, dentes e pernas, pois podemos correr o risco de nunca mais as encontrar... eu sei!!!Vou começar a ser mais afoita e menos temerária!!! Andava demasiado presa! Uma coisa é ser ponderada outra é bloquear as situações e oportunidades!!!!Isto claro, com rede própria!!!
Espero que gostem do meu novo velho estilo :-)
domingo, 11 de fevereiro de 2007
Para mal que hoje acaba, não há remédio; o de amanhã basta.
sábado, 20 de janeiro de 2007
"Não é o que possuímos, mas o que gozamos, que constitui nossa abundância." - Provérbio Árabe
Pois como diziam os Romanos, "não vá o sapateiro além dos sapatos", não me vou colocar com grandes dissertações existencialistas... No entanto hoje ando a pensar nas minhas "riquezas" ... Serão tangíveis? Intangíeveis? Pessoais? Sociais?
Para definir os meus maiores "bens" pensei que uma boa estratégia seria pensar: Se tivesse 5 dias de vida, que "coisas" gostaria de rever uma última vez? A família? O cão? O jardim? O dinheirito amealhado?
Cá para mim gostava, claro, de os ver a todos... até era capaz, se para isso houvesse tempo, de gastar alguns tostões, dando-o a quem melhor uso dele fizésse... Ele só é necessário, se não tivermos dependentes, enquanto estamos vivos... Mas não é isso que eu mais gostava de não perder... As minhas maiores riquezas só podem existir porque eu existo... E foi mais fácil decidir...
Para mim as minhas maiores riquezas são as minhas recordações e aprendizagens... e essas, garanto-vos, levo-as TODAS comigo! (mas quanto mais tarde melhor, claro)!
"Os ignorantes, que acham que sabem tudo, privam-se de um dos maiores prazeres da vida: APRENDER"
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
Retalhos da vida de uma viajante...
Querida mãe, querido pai... e restantes família e amigos:
Por cá, em terras de Todo Mundo e Ninguém, está-se bem...
Hoje redescobri um pouco do meu passado... Estou, como sabem, numa zona onde que passei seguramente dos melhores momentos da minha curtinha vida, pessoal e profissional (ainda não localizei "A Casa das Pedras Soltas" é verdade, mas já lhe sinto o cheiro). E até nadei cerca de muitos mil metros, em água aquecida, claro... mas mesmo assim, doem-me os braços...
Este é um bom sítio para fazer a contabilidade, como estamos em época de balanços, não posso deixar para depois... Assim sendo e sem mais demoras, aqui vai disto. A minha vida, como a de toda a gente, tem bons e maus momentos. Hoje estou inclinada para as boas pessoas que encontrei nesta vida... ( a magia das pedras soltas continua a fazer das suas)...
Conheci pessoas de quem não dava 5 escudos e que se revelaram... Hoje estou para os bons... Estou para os meus, leia-se a MINHA FAMÍLIA, e seus associados, para os meus AMIGOS de quem me tenho esquecido nos últimos tempos e de quem não sei notícias, mas sei que estão à minha espera, para quando esta viagem acabar poder correr para o seu ombro e oferecer o meu, estou para as pessoas que me dão uma indicação na estrada com um sorriso, que me dão os bons dias e por vezes as boas tardes... As boas noites reservo-as para mim...
Não considero este um balanço final, talvez um balancete... Espero! Mas concluo que eu também fiz algumas coisas boas nesta vida e sei que não parece mal dizê-lo se não o detalhar... E sei sobretudo com quais pessoas posso e não contar... E isto é um belo princípio!
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
É Natal! Hurra...Hurra...hurra
Todos os anos cá volta no Inverno...Vem com as luzinhas e o cheiro a casanhas assadas, vem também com os infindáveis anúncios a brinquedos, a chocolates e a campanhas de solidariedade feitas por quem, muitas vezes, nada faz durante ano.
Todos os anos, com a mesma certeza de que o Natal está a chegar, também chega o meu espirito natalicio. Adoro o NAtal, adoro o borbulhar das pessoas na rua, a compra das prendas, o enfeitar a arvore e o montar do presépio. Adoro as luzinhas pela cidade e adoro os doces e os enfeites.
Eu sei que nada traz de volta os meus Natais de criança e que dificilmente voltarei a passar um Natal com os meu manos todos...eu sei tudo isso. Também sei que não existe Pai Natal e que, só por ser Natal, as pessoas não vão ser mais felizes, nem ser mais bondosas, ...eu sei!!!
Mas, pelo menos uma vez durante o ano, eu finjo que o Conto de Natal de Dickens realmente existe e que vai ser tudo dourado e vermelho e sonho com uma noite à lareira a cheirar as filhoses e com todos à nossa volta.
Adoro o NAtal confesso...só queria que fosse NATAL para todos
sábado, 9 de dezembro de 2006
Quem sabe, muitas vezes não diz. E quem diz muitas vezes não sabe...e mente!
Está claro que nem toda a gente diz o que sabe... e muita gente não sabe o que diz... Ora, o que parece um jogo de palavras é na verdade uma verdade, excepto para os mentirosos... Feliz seria se lhes crescesse o nariz como ao Pinóquio... Mas a verdade é que tal nunca aconteceu e portanto temos de nos sujeitar a apanhá-los...
Também para se ser mentiroso é preciso ter memória. A contradição, para quem não sabe mentir, é um dos modos de serem apanhados. Mas não só, pois quando forem confrontados com a sua mentira, é bom que se lembrem que a impingiram e não digam quem? Eu não disse nada disso... Estás a confundir mais uma vez...
Pois é, as pessoas honestas vêm-se, de um modo muito geral, face a face com o engano. As outras realmente têm de ser apanhadas e, quando isso acontece, é bom que sejam ADULTOS e assumam não só as consequências dos seus actos, como também a remediação das más memórias e maus momentos que inflingiram...
Noutro ponto do Globo está a mentira piedosa, mas sobre essa eu não vou escrever, hoje, pois não pode de modo nenhum estar "na mesma página" que as outras...
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